segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Compre sustentável

"O Compre Sustentável é uma Ação de Marketing Relacionado à Causa, onde cada produto comprado gera renda para a comunidade que o produziu e um percentual para uma entidade sem fins lucrativos, que pode ser escolhida no ato da compra pelo site."

As entidades beneficiadas são a WWF Brasil e APAE de São Paulo.

A iniciativa é do Grupo Eco, uma empresa que trabalha há mais de 10 anos na área da sustentabilidade e que tem a "gestão e princípios baseados na sustentabilidade. Por isso, busca sempre alinhar os seus negócios ao conceito do triple bottom line ou 3P’s (Planet, People, Profit – os pilares Ambiental, Social e Econômico)".

"O Grupo Eco cria e comercializa produtos e serviços que promovem o lucro, respeitam as pessoas e conservam o planeta. As suas atividades empresariais são realizadas através de três Unidades de Negócios: Brindes Ecológicos, Núcleo de Branding Sustentável e Varejo Sustentável".

caixa desenvolvida com madeira de
 reaproveitamento de espécies
amazônicas em Santo Antônio
do Tauá, no Pará.



Conjunto para café elaborados manualmente
pela Cerâmica Serra da Capivara do Piauí,
com representação de figuras rupestres
exclusivas.

domingo, 21 de novembro de 2010

Pão de Açúcar reciclará celulares e baterias da Nokia

Com o nome de “Alo Recicle”, programa terá pontos de arrecadação do material em 41 lojas da rede, além de incentivos financeiros no primeiro mês do projeto.

O Pão de Açúcar inicia nesta segunda-feira (19/7) uma parceria com a Nokia para um programa de reciclagem de celulares, acessórios e baterias. O projeto leva o nome de “Alo Recicla” e estabelece a instalação de pontos de arrecadação em 41 lojas da rede supermercado, incluindo o Extra, no estado de São Paulo, além de Salvador e Fortaleza.
Os pontos para descarte dos aparelhos, baterias e acessórios estão instalados no interior das lojas. Todos os materiais coletados serão recolhidos pela Nokia do Brasil e encaminhados para um centro de triagem na cidade de São José dos Campos, interior paulista. De lá, seguirão para o exterior - as baterias encaminhadas para um parceiro da operação na Cidade do México e restante do material reciclado vai para Chicago, nos Estados Unidos.
As matérias primas coletadas se transformam em novos produtos, tais como brinquedos, eletrônicos, produtos odontológicos e até pavimento asfáltico.
Incentivo financeiro
Para dar inicio a ação e estimular a reciclagem de celulares, durante um mês (até 18 de agosto),  acontece a campanha “Troca com Troco”. A mecânica prevê que na troca do aparelho usado por um novo, os clientes que levarem seus celulares antigos para reciclagem terão descontos de R$ 15 (qualquer marca) e R$ 30,00, no caso de um celular Nokia de valor superior a R$ 149,00. A ação é válida para as 41 lojas participantes do projeto.
Para saber mais sobre o programa, além das lojas participantes, clique aqui, no site da campanha.
Para garantir o entendimento e o engajamento dos consumidores, as duas empresas também trabalham em uma campanha informativa sobre a importância da adoção da prática da reciclagem, seus impactos e como os consumidores podem contribuir evitando o descarte inadequado dos aparelhos e com a preservação do meio ambiente, com destaque para os lençóis freáticos, solos e rios, fortemente prejudicados pela contaminação de resíduos, como PVC e o bromo.
Segundo uma pesquisa feita pela Nokia em 2008 – que envolveu 6,5 mil pessoas em 13 países – apenas 3% da população mundial costuma reciclar seus celulares usados. No Brasil, o número é ainda menor: apenas 2%. A maior parte dos usuários guarda os aparelhos antigos em casa, sem uso. Três em cada quatro consumidores nem mesmo cogitam a reciclagem e quase a metade dos entrevistados ainda não sabe que isso é possível.
Estimativas da empresa apontam que se todos os cerca de 4,8 bilhões de usuários no mundo devolvessem pelo menos um aparelho em desuso, seria possível economizar 380 mil toneladas de matéria-prima e reduzir a emissão de gases, com efeito idêntico à retirada de quatro milhões de carros das ruas. Um aparelho celular é composto por 45% de plástico; 35% de metais; 10% de vidro e cerâmica; 9% de bateria; 0,11% de materiais preciosos e 0,9% de outros materiais. A reciclagem possibilita a economia de energia, de produtos químicos e resíduos. De 65 a 80% dos materiais de um aparelho podem ser reciclados, mas até 100% podem ser recuperados, se transformados em outros produtos e na geração de energia.
Programas das operadoras:
TIM - Coleta de baterias e acessórios
Oi - Coleta de baterias, celulares e acessórios
Claro - Claro Recicla

Programas das fabricantes:
Motorola
Samsung
Sony-Ericsson



Fonte: IDG NOW!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Keep Cup: Um estudo de caso de ACV

Os resultados foram determinados usando o LCA Australian Impact Method. A KeepCup comparada com o copo de papel descartável (não incluindo o café) dependendo do tipo de lavagem utilizada (a pia tendo o menor até o enxague rápido com a maior redução do impacto ambiental), tem uma redução de 71-92% de redução do potencial de aquecimento global, uma redução de 71-95% no uso de água, e 95-96% de redução de geração de lixo em um ano. Embora o consumidor de 'latté para viagem' ainda comprará o café sejá em uma opção descartável ou reutilizável, é interessante ver como a economia declarada anteriormente comparada quando é incluido os impactos relacionados com o café, que em geral diluiriam o custos do container por conta própria. A KeepCup comparada com o copo de papel descartável (incluido o café) tem uma redução de 36-47% no aquecimento global, 64-85% de redução no uso de água, e 91-92% de redução de geração de lixo anualmente.

Enquanto operavam uma cadeia de cafés em Melbourne, Abigail e Jamie Forsyth viram a necessidade e a responsabilidade de resolver o problema do lixo gerado por embalagens descartáveis para reduzir tanto o impacto ambiental quanto os custos. Eles estimaram que na Austrália pelo menos 500 milhões de copos descartáveis são usados e descartados todo ano com grande número de adultos em comunidades urbanas consumindo um café descartável diariamente (National Cofee Association of America descobriu que em 2007, 14% dos adultos nos EUA beberam café gourmet diariamente). Apesar dos copos descartáveis terem uma margem pequena, os maiores impactos do 'café para viagem' diário parecia um problema que não justificava a conveniência. Outros tentaram incorporar conteúdo Post Consumer Recycled (PCR) ou vender produtos reutilizáveis como 'canecas para viagem' (mugs) desenvolvidas para manter o café quente por horas. O primeiro tem problemas a regulamentação de alimentos; o último é pesado e pouco prático para o experiente, consumidor on-the-go, não foi desenvolvido para atender as necessidades de baristas de qualidade. A dupla entrou em consultoria de design industrial com Cobalt Niche, com financiamento do governo, para criar uma solução que diminuisse os impactos ambientais sem reduzir a experiência do consumidor.

Apesar de que a KeepCup provavelmete não será reciclada no contexto Australiano, a mudança de  descartável para reutilizável adiciona credibilidade ambiental, reduz o lixo, corta os custos pela metade, e pernite uma mudança social.

O resultado foi KeepCup, um copo reutilizável para o mercado espresso 'para levar'. É o primeiro copo reutilizável que atende os padrões de baristas, consiste de uma tampa de polietileno (PE), copo de polipropileno, plug de poliuretano termoplástico (TPU) e anel de silicone. Imita a geometria interior de um copo de papel descartável, incluindo a modularidade de máquinas de café, a prova d'água, fenda para beber, tampa, café individual detalhado, e adiciona isolamento para as mãos (evitando o uso de dois copos),  inserção de marca, e o mais importante ergonomia para permitir o conforto, ex: leve, pode ser guardado na bolsa etc. O conceito ganhou impulso, o copo usado em Melbourn CBD, Australia, e agora no mundo todo. 300.000 KeepCups foram vendidas em doze meses, com a adoção do KeepCup por usuários finais gerou uma economia de receitas e despesas para os proprietários de cafés.



Fonte: Core 77

domingo, 14 de novembro de 2010

USBCell

Baterias recarregáveis são ótimas! Elas energizam seus gadgets favoritos. Sem elas, nós estariamos jogando todas estas pilhas alcalinas e suas substâncias corrosivas de volta no meio ambiente, e essa é uma receita para tempos ruins. O problema com as recarregáveis é a grande quantidade de plugues, portas e tomadas que você precisa ter em volta para mantê-las cheias de elétrons. Oh, a bateria morreu, mas onde está o maldito carregador? Soa familiar? 

Então, um dia, um geek empreendedor monta o carregado detro da bateria. Não é qualquer carregador. Ele usou uma porta USB padrão para montá-lo direto dentro da bateria.

Agora, quando suas baterias estiverem morrendo, abra a tampa, e enfie na porta USB mais próxima. Seja no seu computador, laptop, monitor ou USB hub, tudo que você precisa pe de 250mA de suco do seu barramento serial universal, e um pouco de paciência. Em poucas horas, você terá 1300mAH de potência.

Características
- 2 baterias tamanho AA
- Conecta em qualquer porta USB no seu computador, PS3 ou XBox360
- 1300mAH
- Recarrega até 500x


Fontes: Think Geek
Eco Benefícios e Reciclagem de Baterias

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Cadeira LIFE

A Cadeira LIFE confirmou sua posição no mercado de móveis ambientalmente corretos. Foram atribuidas a esse produto inovador as eco-certificações ECNZ, GECA e SMaRT, a cadeira támbem foi vencedora de vários prêmios de Design quando lançada em 2002.

Essas eco-marcas auditadas por terceiros fornecem a garantia de que especificações de liderança ambiental são cumpridas, e sua validação quanto a cadeira LIFE empurra seus fabricantes, Formway e Knoll,  para a vanguarda do design sustentável.

A Formay é agora o primeiro fabricante de móveis a alcaçar os prêmios de The Environmental Choice New Zealand (ECNZ) e Good Environmental Choise Australia (GECA), enquanto na América do Norte o sócio de licença da Formway, a Knoll, se tornou o primeiro fabricate de móveis a alcançar a certificação SMaRT (Sustainable Product Certification).

O critério de análise dessas certificações incluem uso de energias renováveis, materiais e substâncias, e sistemas e processos ambientais durante o a manufatura do produto, embalagem e administração do fim-de-vida do produto.

Tais padrões refletem o objetivo da Formway de "liderar o mercado com produtos de melhor performance ambiental", diz o Diretor de Design, Mark Pennington.



LIFE contém mais de 64% de material reciclado e é 90% reciclável, como outros móveis com eco-etiquetas, reduz o impacto ambiental do espaço interno.

Um estudo do Ciclo de Vida (ACV) da cadeira recentemente conduzido pela Formway revela os impactos ambientais do produto durante todo o seu ciclo de vida, por meio disso identificando áreas para melhorias e  guiando as estratégias ambiental da empresa.


quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Vinho em embalagem sustentável

Long-Flat-B-Pak-Range-Australia.jpg



Os romanticos entre nós nunca cogitaritariam que Shiraz prosperaria em uma embalagem Tetra Pak, uma embalagem tradicionalmente usada para sucos e leite. Entretanto, alguns produtores como Cheviot Bridge tem conseguido, com uma redução no peso da embalagem de quase dez vezes o da garrafa convencional (vazia). Essa desmaterialização permite grande acumulo de energia, redução de uso de carbono e água na embalagem, sem mencionar redução dos custos de transporte depois de preenchidas (principalmente para exportação, 1,05 kg ao invés de 1,5 kg por unidade),  e uma forma inteligente de empilhar para exportar ou estocar. A decisão de mudar para uma embalagem de papel derivada de extensiva perquisa sobre ciclo de vida, comparação de custos e teste de produto (o que, ao contrátio de alguns estigmas, destacou-se pelo maior tempo de vida na prateleira) para medir potenciais beneficios. A redução de peso, combinada com uma adição de 250 ml de vinho para o consumidor (o produto entregue tem 1 L), entrega um resultado movido pela qualidade, com abundância de beneficios ambientais e economicos devido ao pensamento no ciclo de vida.

Fonte: Core 77

Premiados da Categoria Ecodesign no IDEA/Brasil 2010

Premiado Ouro:  
Linha Natura Ekos

O PROJETO DESENVOLVIDO PARA A LINHA EKOS DA NATURA ABRANGE desde o desenho do produto e a forma de utilizá-lo até as embalagens, com todos os elementos alinhados com a proposta de sustentabilidade. A linha é composta por sabonetes de cacau, oferecido em gomos destacáveis; de cupuaçu, para fatiar; de murumuru, uma fruta da Amazônia, em lascas; de maracujá, em pasta e sortidos, em penca. As embalagens resgatam a simplicidade como uma forma coerente de evitar o desperdício. O desafio de design foi amplificar a experiência de uso das novas essências, adotando maneiras diferenciadas de utilizar produtos
para o banho. A pesquisa de formas alternativas de manufaturar o sabonete contribuiu para uma solução inovadora, com redução de matéria-prima e menor impacto ambiental. COMPOSIÇÃO: Sabonetes vegetais com até 50% de óleos essenciais dos ativos escolhidos, moldados por prensagem, acompanhados de acessórios que usam resinas recicláveis, de cadeias produtivas rastreáveis, madeira certificada, embalados em papelão micro-ondulado e envoltos em cinta/lacre de papel adesivo. DIMENSÕES: Sabonete de cacau em gomos destacáveis: Altura: 40 mm. Largura: 150 mm. Profundidade: 60 mm. PESO: 200 g. PREÇO: R$ 18,00 a R$ 33,09.


Premiado Prata:  
E-Board
PRANCHA DE SURFE QUE REÚNE ALTA QUALIDADE, DESEMPENHO E mínimo impacto no meio ambiente, aliando estética e sustentabilidade. Fabricada com materiais naturais, reciclados e orgânicos, obtidos sem resíduos e sem a emissão de gases do efeito estufa, ou com sua neutralização, se define como a
primeira tecnologia sustentável para produção de pranchas de surfe no mundo. O processo produtivo está alinhado à filosofia do Instituto-E, que se propõe a fazer do Brasil um protagonista em soluções ambientalmente corretas. COMPOSIÇÃO: Resina à base de água, óleo vegetal, longarina em caixeta ou bambu com certificação FSC, pigmentação e coloração orgânica. DIMENSÕES: Altura: 1.700 mm. Largura: 600 mm. Profundidade: 100 mm. Peso: 2,6 kg. PREÇO: R$ 1.690,00.


Premiados Bronze:
Reciclador de óleo de cozinha

NUM EQUILÍBRIO ENTRE design e funcionalidade, o produto permite dar um destino adequado ao óleo de cozinha usado, ao mesmo tempo que viabiliza a produção caseira de sabão, misturando-se água e soda cáustica ao resíduo. De uso doméstico, oferece economia e praticidade e preço acessível. COMPOSIÇÃO:
Peças em polipropileno e haste em aço inoxidável. DIMENSÕES: Altura: 325 mm. Diâmetro: 200 mm. PREÇO: R$ 39,90.



Bicicleta de Madeira

O PROJETO INCORPORA conceitos de sustentabilidade e de otimização da produção, num produto simples, de preço acessível e design atrativo para o público infantil a que se destina. Seu processo de fabricação é facilitado pelo pequeno número de componentes. COMPOSIÇÃO: Madeira com acabamento em PET reciclado, guidom em alumínio e borracha. DIMENSÕES: Comprimento: 890 mm. Altura: 600 mm. Largura: 400 mm. PREÇO: R$ 300,00.



terça-feira, 12 de outubro de 2010

Eco Urinal


O nome não é dos mais bonitos, mas a idéia é boa. Para economizar água, o Eco Urinal foi desenhado para utilizar a água da lavagem das mãos para dar descarga na urina. Com esse processo não é necessário usar água duas vezes (descarga e lavar as mãos) depois de usar o urinal. Além do mais, reduz as despezas do local ao otimizar os materiais. A parte de cima é feita de vidro, o que ajuda a garantir uma visão clara para o usuário. Também promove que as pessoas mantenham sua higiene, já que é necessário lavar as mãos para dar a descarga depois do uso.


Carrinhos Movidos a Energia Renovável: Sol, Água e Vento!

Muito legal este set de carrinhos com controle remoto alimentados por 3 diferentes fontes de energia renováveis.
O set Renewable Energy Racers Set vem com um carrinho movido a energia solar, um carro movido a água e um carrinho movido a energia eólica dos ventos. Cada carro vem acompanhado de um carregador de energia renovável próprio: painel solar, célula de hidrogênio e moinho de vento.

O carro solar e o carrinho movido a vento têm autonomia de 20 minutos de uso com recarga de 10 a 30 minutos e o carro movido com água tem autonomia de 5 minutos com recarga de 3 minutos. O controle remoto é bem simples, funciona a até 3 metros de distância e pode recarregar os carrinhos direto usando energia normal em apenas 1 minuto. 

O Renewable Energy Racers Set vem também com manual que explica a ciência por trás de cada uma das fontes de energia utilizadas e é indicado para crianças acima de 5 anos de idade. Os carrinhos cabem na palma da mão e podem ser usados com qualquer um dos carregadores ou controle remoto.
O set Renewable Energy Racers custa US$89,95 na Hammacher Schlemmer.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Eco bota de caminha da Patagonia

Um dos principais nomes em equipamentos para atividades outdoor ambientalmente consciente, a Patagonia revelou no começo de agosto deste ano sua nova bota de caminhada projetada para o Zero Impact Challenge da revista Backpacker Magazine. Empresas que aceitam o desafio se comprometem em oferer um produto de mais alta qualidade que for possível usando processos e materiais que minimizem o impacto ambiental. A revista avalia os resultados. Patagonia exibiu o produto que colocou no concurso na Outdoor Retailer este ano - a P26 (P de Patagonia, 26 para o número de ossos nos pés de uma pessoa)

"A P26 é uma bota de caminhada premium ambientalmente consciente que combina com o corredor de trilhas e a durabilidade da caminhada", disse Mike Bruno na exposição.

A participação da Patagonia no Zero Impact Challenge ajudou a empresa a ultrapassar os limites do que pe possível ao criar novos produtos de baixo impacto. No entanto, a filosofia de baixo impacto não se limita aos produtos desenvolvidos para concursos.

Para a primavera de 2011, 90% do produtos de vestuário da Patagonia serão recláveis (não confundir com reciclados) através do programa Common Threads da empresa. Lançado em 2005, Common Threads é uma iniciativa de recuperação de roupas que a empresa espera que vá manter as roupas longe dos depósitos de lixo. Os consumidores podem levar suas roupas usadas ou que não querem mais para as lojas da Patagonia ou enviar para o centro de serviços da empresa. Desde o início do programa, a empresa já coletou 26 toneladas de roupas. O programa Common Threads está crescendo, e a Patagonia espera  um dia recuperar 100% das roupas que produz.

A Patagonia também abraçou o Bluesign, um programa de qualidade para indústrias têxteis que querem certificação de que produtos especificos adequam-se aos padrões ambientais e de segurança. A coleção primavera 2011 é 20% Bluesign certificada, e de acordo com um representante da Patagonia, os produtos contém o máximo possível de poliéster reciclado.

Uma coisa interessante sobre a abordagem da empresa quanto a sustentabilidade é algo chamado Footprint Chronicles (Crônicas da Pegada), uma publicação que destaca tanto os aspectos bons quanto os maus da produção. A Patagonia tem mostrado um comprometimento consistente para reduzir o impacto ambiental, é essa dedicação é reforçada pela nova bota de caminhada P26 e linha de vestuária para a primavera 2011.

Fonte: Blog Air Dye

domingo, 10 de outubro de 2010

111 Navy Chair

Emeco, que chama a si mesma de "a Companhia da Cadeira de Alumínio", revelou sua primeira cadeira de plástico no Salone Internazionale del Mobile no mês de Abril em milão. Com o nome de cadeira 111 Navy, é feita de 111 (ou mais) garrafas de Coca-Cola recicladas. É vendida apenas nos EUA.
Foram necessários dois anos para desenvolver a 111 Navy, réplica do clássico de alumínio de 1944 a cadeira Navy 1006, desenvolvida pela Emeco para enviar durante a Segunda Guerra mundial. Segundo a lenda, os contornos do assento da cadeira foram inspirados pelo simétrico traseiro da pinup Betty Grable.
A 111 Navy é feita 60% de plástico PET, reforçado por fibra de vidro. Pesa cerca de 6kg. o dobro da versão de alumínio.
Felizmente, custa a metade - $230 comparado com os $415 da versão de alumínio reciclado. Emeco e a Coca-Cola esperam reciclar 3 milhões de garrafas anualmente para produzir as cadeiras.
Das seis cores disponíveis, o vermelho Coca-Cola, neve e cinza podem ser usados dentro ou fora de casa. As cores grama, caqui e carvão podem desbotar se em contato direto com o sol, e não são recomendadas para uso em área externa.
A 111 Navy acerta com seu policabonato semi-fosco transparente que dá a cadeira uma aparência flutuante. A finalização semi-brilho e uma sútil textura dão a superficie uma sensação entre casca de ovo e pele de laranja, segundo Magnus Breitling, diretor de gerenciamento de produto da Emeco. "É mais amigável a temperatura," ele diz. "Não é tão fria ao toque como a cadeira de alumínio e não esquenta tanto ao sol".

Fonte: Los Angeles Times - Home & Garden

Caneca feita de plástico de milho

Um grupo de alunos do Art Center College of Design da turma de Design para Sustentabilidade, criou esta caneca para substituir as canecas de poliestireno e de papel da cafeteria da escola, quem usar a caneca ainda ganha um desconto de $0,25 na bebida.

Feita 100% de plástico de milho plantado nos EUA, é biodegradável. A tinta usada para impressão na caneca é livre de chumbo. Pode ser colocada no microondas.

Fonte: ThisNext

Como escolher


Como escolher produtos com base em algumas diretrizes de ecodesign.

  • Escolha produtos concentrados ou recarregáveis, e produtos vendidos com eco-refill ou que use o mínimo de embalagem, de preferência feita de material reciclado.
  • Evite comprar porções individuais.
  • Prefira duráveis ao invés de descartáveis: pense "reutilizar, reparar, reciclar".
  • Pergunte aos fabricantes quanta água, energia e quantos aparelhos elétricos são necessários para o funcionamento. Pergunte também sobre a origem, propriedades e tipo de matéria-prima usada.
  • Antes de comprar um produto ou aparelho elétrico, cheque as possibilidades de serviços ou aluguel.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Ecodesign não é artesanato

Ecodesign não é artesanato

Alice Lobo - Especial para O Estado de S. Paulo

Na terça-feira à noite foram anunciados os vencedores do prêmio IDEA Brasil 2010, que traz entre suas categorias o Ecodesign. A relação entre sustentabilidade, design e consumo é o tema da entrevista com Joice Joppert Leal, diretora executiva da organização Objeto Brasil, que representa no País o prêmio internacional IDEA Awards e tem como objetivo a promoção do design brasileiro aqui e no exterior. Confira.


Como você vê a preocupação com a sustentabilidademercado no mercado de design?


Cada vez mais a sociedade está preocupada com a sustentabilidade. É um fator determinante na compra de um produto. Isso sem dúvida se reflete no mercado de trabalho dos designers.


Os designers vêm se preocupando mais com esta questão?


Sim, os designers estão atentos a isso. E, como os clientes também têm essa preocupação, há um interesse convergente.


Qual o papel do design na determinação do impacto ambiental de um produto?


Numa indústria, o designer trabalha numa equipe multidisciplinar ao lado de engenheiros de produtos e de processos. Ele vê como inserir as questões ligadas à sustentabilidade, como por exemplo, na escolha de materiais renováveis.


O que você destacaria nos produtos vencedores da categoria Ecodesign?


O que é marcante é a diversidade. Temos a Linha Ekos de Sabonetes da Natura, a e-boards - uma prancha de surf -, uma bicicleta de madeira e um reciclador de óleo de cozinha.


Hoje em dia ecodesign não é mais sinônimo de artesanato e da "estética hippie". Por que?


Porque hoje, quando falamos em ecodesign, estamos falando em produção industrial. É algo bem distinto do artesanato, produzido em pequena escala e manualmente.


Quando você acha que ocorreu esta mudança e quais foram os fatores determinantes?


Há muitos anos a indústria vem se preocupando com a eficiência energética e a utilização de matérias-primas renováveis. Isso se deve em parte à realização da ECO 92 no Brasil (Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, que aconteceu no Rio em 1992) , quando se difundiu mais a relevância da preservação do meio ambiente.



A tecnologia industrial ajudou?


Sim, ajudou porque temos equipamentos que facilitam o plantio e a colheita de matérias-primas com menor impacto para o meio ambiente, além de equipamentos que economizam energia e voltados à reciclagem de produtos. As atividades em centros de pesquisa foram fundamentais. A interação mais intensa dos designers e indústrias com os Centros de Pesquisa e Desenvolvimento também é responsável pelas mudanças.



Como os lojistas e os consumidores finais veem os produtos de ecodesign? É um fator que lhes interessa ou ainda muito distante?


Os lojistas valorizam o ecodesign porque há uma demanda por ele e uma consciência maior a respeito do assunto.

domingo, 26 de setembro de 2010

Bambu

Bambu (que para quem não sabe é um tipo de grama) é o material natural da moda. Ele já é usado a séculos em peças ornamentais e construções de casas, porém, nos últimos anos pode-se dizer que houve uma redescoberta do bambu e agora ele tem mais utilidades do que Bombril - "1.200" utilidades, para ser mais precisa.

De rápido crescimento (cerca de 3 anos), flexível, resistente (casas feitas de bambu podem resistir até a terremotos), durável (cerca de 25 anos, o mesmo que o eucalipto), baixo custo e sustentável. Pode ser usado para produção de carvão, pois seu rápido crescimento equilibra a relação entre o gás carbono emitido e o absorvido; o papel feito de bambu tem a mesma qualidade do feito de madeira; por ser tubular é usado para transportar água em campos e lavouras; já pode ser encontrado na forma de laminados para pisos e móveis.




Quadro de bicicleta feito de bambu



Capa para computador
Capa para iPhone

Estacionamento em Leipzig, na Alemanha, inaugurado em 2004, foi todo feito de bambu

Terminal 4 do Aeroporto Internacional de Barajas, em Madri



Fontes: Planeta Sustentável, Bambu Brasileiro.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Construções Sustentáveis

Se você não quer plantar sua casa e esperar cerca de 7 anos até que ela já esteja crescida ou simplesmente prefere algo mais convencional, você pode buscar opções de materiais de construção que sejam ecofriendly ou menos impactantes.

A Criar Arquitetuta Sustentável traz em seu site uma lista desses materiais, suas aplicações, descrição e o diferencial ambiental. A lista inclui itens para economia de água e energia, conforto termo acústico e tecidos e fibras sustentáveis.



Iluminação residencial com LED

Tijolo de solo, cimento e água, dispensa o processo de queima

Toalhas de fibra de bambu

Dicas de reforma:
HowStuffWorks - Como fazer uma reforma sustentável

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Sustentável do ínico ao fim

A Do Bem é uma empresa que nasceu no Rio de Janeiro, a partir da idéia de se produzir um suco iguais os das casas de suco, mas que você pudesse levar pra casa.Os sucos da Do Bem são 100% fruta, sem açúcar (com exceção da limonada), sem corantes, conservantes e outras coisas do tipo.

A preocupação deles vai além do que vai dentro da caixinha. Eles trabalham com frutas naturais e frescas (nada de polpas congeladas), o suco é embalado em caixas Tetra Pak  que são totalmente recicláveis (75% das embalagens Tetra Pak é feita de papel de árvores reflorestadas e com selo FSC), e não fosse isso, suficiente fizeram um estudo da Pegada Carbônica de todo o processo, do transporte até a fábrica até o descarte pelo consumidor.



Total de CO2 em cada fase da produção


Por enquanto os sucos da Do Bem ainda não chegaram aqui no RS. Mais quem sabe em breve.

Fonte: Do Bem

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Carro planta

O YeZ (que significa folha em mandarim) ainda é apenas um protótipo. Mas a intenção é o carrinho funcione a partir de energia solar e eólica e que faça fotossíntese, ou seja, absorva o CO2 tranformando-o em energia e libere oxigênio.

Teto que absorve energia solar, pás nas rodas para gerar energia eólica, feito de uma liga orgânica e metálica capaz de absorver CO2.

Fonte: Planeta Sustentável

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Aumentando o ciclo de vida dos produtos

A Infinitta Design é uma uma loja que funciona em São Paulo. Criada a dois anos para produzir o que os próprios donos da loja não conseguiam encontrar no mercado, o conceito é produzir o novo a partir do velho.

"Mobiliário, objetos, reciclados, moda, acessórios, livros, jóias, que reflitam aquilo que somos para nós mesmos e para os outros. Um mix equilibrado entre peças únicas e peças com estoque, ou de fácil reposição e sempre que possível com um olhar moderno sobre o consumo eco social".


Posters antigos de
publicidade chinesa +
silk localizado + moldura especial.
Cadeira anos 40,
estofada com estampas pop+ impressão localizada.
Madeira de demolição +
intervenções em silk.


Fonte: Infinitta Design

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Guarda-Chuva biodegradável

Sunbrelli é um guarda-chuva fabricado pensando no ciclo e vida do produto do ínico ao fim, além do design ser cheio de estilo.

Conforme descrição do produto ele é feito a mão a partir de bambu (um recurso renovável) e plástico biodegradável com proteção contra raios UV. O Sunbrelli vem nas opções transparente e cinza, e acompanha uma capa feita de 100% de bio-algodão.

Dura enquanto você cuidar dele, quando descartado se decompõe da mesma maneira que galhos e folhas.

Fonte: Design 3000

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Madeira certificada e Ecodesign

Seja por questões estéticas, de gosto ou estilo, há pessoas que preferem móveis de madeira maciça. Uma opção ecologicagemente sustentável é a madeira certificada, com selo FSC (Forest Stewardship Council).

A Meu Móvel de Madeira, pertencente a Celulose Irani, criada em 2006, com a proposta de produzir móveis de madeira maciça e artigos de decoração. Toda madeira usada na fabricação é certificada.
A preocupação com sustentabilidade vai além do material usado na produção e engloba todos os setores da empresa. Por exemplo, através do uso de teleconferências para evitar o deslocamento entre as unidades de São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Eles fazem questão de ressaltar que as atitudes sustentáveis da empresa, ao contrário de muitas outras no mercado, não surgiu no departamento de marketing, apesar de ser uma empresa voltada para o mercado.

Todos os produtos vêm com selo e quantidade de carbono neutralizada na produção – selo Carbono Neutro – lançado esse ano para mostrar que a empresa retira mais CO² da atmosfera do que emite.

Madeira certificada não vira apenas móveis, mas também materiais de construção, colares, instrumentos musicais e até embalagens de produtos alimentícios (Sadia) e cosméticos (Natura), lápis (Faber Castell), troféus e brindes corportivos.

Nescau Energy Street Festival '09













Para aqueles que gostam de madeira mais talvez prefiram opções mais sustentáveis existe ainda o MDF e a madeira plástica.


             Akatu

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Plante sua casa

E se ao invés de gastar com materiais de construção você pudesse simplesmente plantar a sua casa?

Essa é a proposta do arquiteto Mitchel Joachim. Residências eco-amigáveis cultivadas de plantas ou se você preferir, de carne (sem ter que matar um único animal).

Para "plantar" uma vila inteira seriam necessarios cerca de 10 anos. Isso é possível através de uma antiga técnica conhecida como pleaching. Isso e um pouco de ajuda da tecnologia e nós temos a Fab Tree Hab.




Fonte: TED Talks

Ecodesign e Ciclo de vida dos produtos

Ecodesign é todo o processo que contempla os aspectos ambientais durante todo o ciclo de vida de um produto, da concepção ao descarte. Buscando reduzir não somente a geração de lixo durante a produção e quando o produto for descartado, mas também o uso eficiente de energia e materiais durante a produção e transporte dos produtos.

Existem produtos que causam menor impacto ao meio ambiente, porém, nenhum produto é 100% verde, dado que todos utilizam energia, recursos, geram subprodutos durante sua manufatura, transporte, uso e disposição final.

Fonte: Nascimento, Luiz Felipe. Gestão socioambiental estratégica. Porto Alegre: Bookman, 2008. P. 202-204.